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sábado, 23 de julio de 2016

Dedicada á muitas, ou a poucas, tão só a quem nelas se vê reflectida:

Se um dia sentires dúvidas.
silencia a ração e pergunta ao coração.
Se um dia amanheceres com a plena certeza de alguma coisa.
silencia ao coração e pergunta a ração.
Um dia alguém me fez sentir aquilo que não sou.
durante noites, dias, o silencio era minha companhia,
 o murmurio dos pensamentos tinham som.
Senti ser um ser repugnante
 Vacio, sem capacidades, senti-me piltrafa.
Nunca um soco fez saltar o roxo da pel, nunca existiram,
 Más as palavras, o desprezo, o desamor, a injuria
o homem feito juiz, vestido de sangue o meu peito,
arrancou de uma só vez a minha ingenuidade.
macerou o amor em fel amarga.
Um dia dei conta do reflexo do espelho
e o meu olhar transmutava dor, desespero.
nenhuma palavra era capaz de me fazer acreditar.
Passado dias, o reflexo do espelho,
me fez ver un olhar apagado
mas convencido de que a imagem de outrora ainda estava presente.
Passado meses, alguém olhou para mi,
sem dizer nada e esbocei um sorriso, despertou um brilho novo.
Olhei para o rosto, que se parecia a mi.
E o silencio emudecido, rasgo num murmúrio especial.
Sou eu, a mesma de sempre a única que sabe ser como sou.
Deitei para trás o medo, respirei, renasci, cresci, me amei.
 María Lasalete Marques

Quem pensas tu que és...

Quem pensas tú que és,
 para me dizeres o que fazer,
 o que pensar, se chorar ou não.
Quem julgas ser,
 que tens a tua balança nas mãos,
 para julgar o que sinto, o que penso, o que sou.
O que esta bem ou mal, o que é ou o que será.
Quem pensas tu que és,
 que dizes como me tenho de sentir.
Se nunca sofres-te o que eu sofri, porque tão só eu sei o que me dói, o que me magoa.
È fácil abrir a boca e dizer lamices, ideias, procedimentos.
Que lindo o que dizes para fazer, quando jamais soubeste o que significa a dor.
Alguma vez, sentiste o coração ser rasgado com uma faca,
 enquanto quem amas só atropelas tuas ideias.
Alguma vez, repetidamente as noites foram abismos intermináveis?
 Alguma vez, te sentiste lixo?
 Não, pois não...então deixa para lá a tua cátedra da vida.
que piano sem pianista, é musica estridente.
que mar sem agua não é praia.
Vacuas palavras, sem vivência, são apenas isso...palavras.
Só eu sei o que sinto, que o tempo me ensine a abrir caminhos é uma coisa.
Más jamais conheci alguém que o tempo tenha brindado esquecimento.
Quem julgas tu que és,
 que nunca foste capaz de intuir o meu olhar apagado.
Porque jamais ficaste no meio da escuridão.
o meu sorriso vazio, a minha solidão minha única companhia.
Porque jamais chegaste a casa e ninguém a tua espera.
 Quem pensas que és..
quando julgas saber o que devo fazer.
e jamais sentiste o que significa perder.
 Cada dor é única, cada ser respira seu único ar,
 ninguém respira o ar de outro.
 Permite então dizer-te faz-me sorrir,
 faz-me ver o céu, apenas arrastra-me e envolve-me
 impregna-me da tua energia, da tua alegria

Quem pensas tu que és...

Quem pensas tú que és, para me dizeres o que fazer, o que pensar, se chorar ou não. Quem julgas ser, que tens a tua balança nas mãos, para julgar o que sinto, o que penso, o que sou. O que esta bem ou mal, o que é ou o que será. Quem pensas tu que és, que dizes como me tenho de sentir. Se nunca sofres-te o que eu sofri, porque tão só eu sei o que me dói, o que me magoa. È fácil abrir a boca e dizer lamices, ideias, procedimentos. Que lindo o que dizes para fazer, quando jamais soubeste o que significa a dor. Alguma vez, sentiste o coração ser rasgado com uma faca, enquanto quem amas só atropelas tuas ideias. Alguma vez, repetidamente as noites foram abismos intermináveis? Alguma vez, te sentiste lixo? Não, pois não...então deixa para lá a tua cátedra da vida. que piano sem pianista, é musica estridente. que mar sem agua não é praia. Vacuas palavras, sem vivência, são apenas isso...palavras. Só eu sei o que sinto, que o tempo me ensine a abrir caminhos é uma coisa. Más jamais conheci alguém que o tempo tenha brindado esquecimento. Quem julgas tu que és, que nunca foste capaz de intuir o meu olhar apagado. Porque jamais ficaste no meio da escuridão. o meu sorriso vazio, a minha solidão minha única companhia. Porque jamais chegaste a casa e ninguém a tua espera. Quem pensas que és...quando julgas saber o que devo fazer. e jamais sentiste o que significa perder. Cada dor é única, cada ser respira seu único ar, ninguém respira o ar de outro. Permite então dizer-te faz-me sorrir, faz-me ver o céu, apenas arrastra-me e envolve-me impregna-me da tua energia, da tua alegria.e-

viernes, 8 de julio de 2016

El gran espejo

Tanto fue el tiempo, dónde corría vertiginosa a procura de respuestas.
respuestas que jamás podría responde,
 porque fueron otros los que hicieron que me cuestionara,
pero que a la vez solo ellos conocían la verdadera razón del porque.
Fueron tantos años que la ignorancia,
limito el abrirme al más valioso de mis conocimientos.
Encontrarme cara a cara con mi mejor amigo,
y mirar de frente sin miedos mi peor enemigo.
Un día me coloque delante de un inmenso espejo
Me mire hermosa,
me mire horrenda,
me mire llorosa,
me mire sonriente.
En ese mismo reflejo,
me sentí orgullosa de ser,
me sentí repulsiva,
me sentí plena,
me sentí poca cosa.
Encontré en esa imagen del espejo,
el brillo explosivo de la mirada plena,
lo enrojecido del llanto,
el lagrimear de la nostalgia,
Aprendí que la única y verdadera persona con permiso para medirme, SOY YO MISMA.
Cuando miro un árbol o planta con sus hojas caídas, no pierdo tiempo en pensar porque no la riegan.
Busco agua y apaciguo su sed, porque solo yo estaba en el preciso momento, para ver y hacer lo que solo yo podía haber hecho.
Por ahí va mi lección de vida. No esperar que otros hagan lo que por derecho y deber me toca hacer.
Solo yo soy responsable de mi misma, me toca ser el abrazo mismo, la caricia sublime y reírme o sonreírme mismo que sea el viento que me arranca ese sentirme llena.

Silencios.

Niebla que acorta el horizonte
me impide ver mas allá de su cuerpo voluminoso
es mi saber y mi certeza que me dice que más allá de ella
esta la montaña que veo día a día.
Cuando admiro la noche despida
y las estrellas que titilan a lo alto
estoy convencida que más allá de lo que logro ver
está un sol radiante de amanecer,
un sol alto de medio día y un sublime ocaso
Cuando la tormenta arrecia, no es que después entra el sol a brillar
es que siempre ha estado presente.
Y es así que quiero mirar el largo camino de mis días
y aunque todo parezca repetible
se matiza de diferencia
que solo la minúscula observancia hace evidente.
Puedo pasar al lado de un árbol cada día.
Pero nunca esta igual, porque aprendí a sentir su palpitar.
El esta allí anclado a sus raíces y acepta los cambios
se viste de primavera florida, de verdor de verano,
despoja su ropaje en otoño y se renueva cada invierno.
Es su ciclo natural. Es su tiempo preciso y exacto.
Silence at Down, uno de mi temas preferidos
me gusta escuchar música Reikiana,
cerrar los ojos, sentir el levitar de mis pensamientos
llenar el pecho de aire renovando mi energía interior.
Aprendí a dejar las cosas, para ir al encuentro del vacío.
Ese vacío que esta cargado de esencia.
Ese vacío repleto de silencio, dónde el sonido es apenas perceptible
en el balbuceo de mi monologo interior.
Ese vacío que ver pasar los pensamientos, sin aferrarme a ninguno.





lunes, 13 de junio de 2016

Saudades




Hace unos años dejaste de estar presente en mis estaciones. Dejo de existir las flores de primavera El sol da ria de Aveiro no verão A mermelada de marmelo no outono E os silencios no inverno. Tardes de retos cada vez que precorrias este caminho Neste banco, muito foram as nossas conversas. Muitas foram as lagrimas e os sorrisos. Muito cansaço, muitas alegrias, outras foram apenas como tu decias para lhe fazer a vontade. Voz silente, brillo de olhos, ainda te sinto nesse banco. A olhar para mi con teu sorriso. Ainda ouço o murmurio das tuas frases. Sem te dizer nada, intuias o que de amargo levaba na alma. Ainda consigo sentir a tua mão no meu rosto num intento de tornar tua as minhas tristezas. Pouco foi o tempo no que me adocei da tua ternura de mãe. Mas foram intensos os momentos. Julgo por isso hoje saber o que sentias ao ter-me distante, vivo esse peso hoje na alma, mais intenso, pois o tempo mudou, e a diferença de ti, não tenho o ombro donde apoiar-me. Chegar sem alguém que espere. Acordar sem ruidos. Retomar caminho, acertar e falhar, certamente uma opção plácida para quem a não vive. Ficou o mate das imagens, o baú das lembranças, a diferença da aletria que mimosamente me servias recém feita para o lanche, sabor que jamais alguém igualou. Saudade tua mãe.



No importa cuan distante me encuentre del punto de llegada. No importa lo lejos que me encuentre de lo que realmente intento y deseo hacer. No importa donde comencó mi principio, si me encuentro a mitad de algo, con miedo a seguir enfrente. Lo importante es no distraerme con ideas ajenas, con consejos ni direcciones impuestas sutilmente, con verdades a medias. Pues he aprendido que al distanciarme por poco que sea de mi sueño, de lo que realmente quiero e intento hacer, me distancio irreversiblemente de lo que realmente soy. María Lasalete Marques

Renacer en el Ocaso...

Renaciendo en el Ocaso, es parte de una vida que necesitó plantearse… ¿Qué hago ahora con lo que tengo en mis manos?
Jamás diría, comenzar de nuevo o partir de la nada…Pues quien ha vivido 45 años, jamás puede partir del punto cero.
Cada persona que enfrenta una situación álgida en el recorrido de las sendas de su vida.
Siempre recomenzará, planteándose una nueva forma de ver y de vivirla, más nunca comenzará de nuevo.
Pues cada quien lleva en si las huellas que se fueron tatuando con el tiempo, sus recuerdos, sus fortalezas, sus debilidades, su aprendizaje, su entorno.
Para comenzar de nuevo, sería necesario nacer de nuevo. Y eso no es posible.
Porque renacer en el Ocaso y no en el alba… Porque es en el Ocaso dónde solemos aventarnos a los recuerdos, reposar el cansancio, meditar y contrapesar situaciones.
Así que dejaré el alba para iniciar mi trayecto en ese Universo llamado Vida.



María Lasalete Marques

Orgullosa de ser Venezolana